Nuno Côrte-Real apresenta-nos o novo CD HOPE com uma mensagem muito clara: “uma mensagem de esperança, de resiliência, de encontro de culturas, de paz”, nas palavras do compositor.
A junção entre o fado e a música tradicional afegã, que à partida seria pouco expectável, dá lugar ao projeto discográfico e contrasta com todas as divergências a que assistimos atualmente no mundo.
Nuno Côrte-Real, destaca-se enquanto compositor e maestro, com uma carreira de mais de vinte anos marcada por uma linguagem criativa que desafia rótulos estilísticos.
O seu trabalho inclui obras premiadas pela Sociedade Portuguesa de Autores, Melhor Trabalho de Música Erudita com o ciclo de canções “Agora Muda Tudo” (2018) e a ópera “Canção do Bandido” (2019).
Enquanto maestro, dirigiu importantes orquestras como a Mahler Chamber Orchestra, Orquestra Sinfonica Giuseppe Verdi, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquesta Sinfonica de Castilla y León, Orquesta Ciudad Granada, Real Filharmonía de Galicia, Orquesta de Extremadura, Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre outras, para além de inúmeros projetos com o Ensemble Darcos.
Já colaborou com inúmeros músicos de referência nacional e internacional tais como Ana Quintans, Ann Peterson, António Rosado, Artur Pizzaro, Elisabete Matos, Filipe Quaresma, Maria João, Mats Lidström, Nadege Rochat, Nicola Ulivieri, Raúl da Costa, Sérgio Carolino e Shlomo Mintz, entre outros.
É, também, fundador e diretor artístico do Ensemble Darcos e da Temporada Darcos, projetos de referência em Portugal.
A sua discografia é vasta, contando com títulos editados pela Odradek Records, Ars Produktion, Solo Musica, Naxos e Artway.
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